Educativo
O programa educativo da Fundação Iberê tem como objetivo principal aproximar a população deste espaço cultural, a fim de constituir e formar um público que tenha acesso às diferentes linguagens artísticas, em especial, as artes visuais.
O programa promove o estudo e a divulgação da obra de Iberê Camargo e busca aproximar o público da arte moderna e contemporânea. Desenvolve materiais e atividades para professores e alunos, assim como pessoas com necessidades especiais. Atua na formação de mediadores e novos profissionais para o campo da arte. Realiza visitas mediadas e técnicas, oficinas, encontros de orientação para educadores e publicação de materiais didáticos. São propostas também atividades de artes integradas e debates sobre temas ligados à arte e à cultura.
A Fundação, com seu programa educativo, pretende consolidar este espaço como um importante polo de formação cultural, de debates sobre arte e educação e de inserção de tecnologias criativas na produção artística.
Ei ei, que som é esse? É de kalimba, minha senhora!
Você conhece o instrumento musical kalimba? Não? Então inscreve os pequenos e vem pra Fundação Iberê! Kalimba é do tempo que as histórias eram contadas com os dedos e tinham som de gota d’água. Esse instrumento, vindo das longínquas terras de Zimbábue, possuem capacidades mágicas de encantar e contar histórias da sua terra, existindo através dos séculos!
A oficina Construindo Kalimbas é uma atividade infantil onde cada criança irá construir seu instrumento, utilizando objetos do cotidiano.
Horário: 15h
Número de vagas: 15
Local: Átrio da Fundação Iberê
Público: infantil, de 6-9 anos
ATIVIDADE GRATUITA
No sábado, 3 de agosto Daniel Senise e Daniela Labra farão uma conversa dentro da exposição Antes da Palavra, que inaugura no mesmo dia. A atividade é aberta para todos os públicos, e terá início às 16h.
Sobre a exposição Antes da Palavra: Com curadoria de Daniela Labra, a mostra apresenta 23 trabalhos do artista carioca Daniel Senise, entre pinturas e objetos, articulados em torno da instalação monumental 1.587 construída por duas grandes telas suspensas no átrio da Fundação Iberê, postadas frente a frente. A ausência na presença é um paradoxo explorado pelo artista em toda sua obra, assim como a reflexão sobre o tempo, vaidade, futilidades e opulência. As composições na obra de Senise são apresentados como evocações de vazios e criações de paisagens mentais. Em diálogo com as indagações presentes no trabalho do artista, uma programação de intervenções sonoras foi elaborada trazendo à Fundação seis artistas que pensam o som espacial, material e conceitualmente, ou seja, para além de uma estrutura melódica. São eles: Marcelo Armani, Ricardo Carioba, Raquel Stolf, Pontogor, Tom Nóbrega e Felipe Vaz.
Horário: 15h30
Número de vagas: 50
Local: Átrio da Fundação Iberê
Público: livre
Onde estão os negros quando se olha para a história da arte brasileira e sua historiografia? Como se tem debatido a presença negra na noção de arte brasileira? Quais as intersecções entre essas presenças e as noções de raça como estruturadora da sociedade e das artes brasileiras?
Abrir brechas para pensar as narrativas que durante anos habitaram as notas de rodapé, os anexos, as beiras mas que continuavam sendo escritas por negros e negras, mulheres, e todos aqueles que se encontram nas fronteira Sul do mundo é o objetivo deste curso.
O professor doutor Igor Simões, a convite da Fundação Iberê, convoca aqueles que querem pensar uma historiografia para além das narrativas hegemônicas. A atividade, que expande o conceito de curso convencional, se trata de laboratórios de afetamento: para ler e debater em conjunto. Assim, a cada encontro o ministrante irá selecionar um texto, que os participantes terão acesso somente no dia.
As atividades de agosto acontecerão nas datas de 9 e 23, sempre às 15h na Fundação Iberê.
As inscrições são limitadas, somente 30 vagas! Garanta a sua!
Louise Bourgeois tece, tal como a aranha que esculpiu, narrativas sobre o feminino a partir de sua vivência enquanto artista mulher e as representações maternas que possui. A artista afirma que “ Para mim, a escultura é meu corpo. Meu corpo é minha escultura ” (Bourgeois, 2000).
Os gestos compositivos e as figurações do corpo feminino, a figura cambiante da mulher, nascimento e morte, bem como temas que se aproximam dos feminismos e suas subjetivações são temas dialogados por Louise. Através da obra Spider, presente em exposição na Fundação Iberê, convidamos educadores para pensar juntos, frente a força desta aranha, as conexões de vida e arte, aproximando essa teia ao ambiente escolar.
Passa pra lá, passa pra cá! A agulha costura a história da existência coletiva e individual. Tramar fios é uma habilidade passada de geração em geração e carrega consigo a ancestralidade daqueles que estavam a costurar. Bordar nos tecidos pode ser inserir no pano histórias, falar sobre identidade e
pertencimento. Através da história da artista em exposição na Fundação Iberê, Louise Bourgeois nos convida a refletir sobre o tecer, memória e afeto. Mitti Mendonça, artista e escritora nos convida a pensar sobre raízes e pertencimento através dos seus trabalhos em bordado. Nesta oficina, a Fundação Iberê convida você a tramar fios e dar nós com a presença de Mitti Mendonça.
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