Panmela Castro
(Rio de Janeiro, RJ, 1981)
Vive e trabalha entre Rio de Janeiro e São Paulo. Sua prática articula relações de afeto, alteridade e pertencimento, a partir do conceito de deriva afetiva, desdobrando-se da performance em pintura, escultura, instalação, vídeo e fotografia, entendidos como registros ativos de encontros.
É bacharel em Pintura pela UFRJ, mestre em Processos Artísticos Contemporâneos pela UERJ e pós-graduada em Direitos Humanos pela PUCRS. Seu trabalho integra coleções como Stedelijk Museum (Amsterdã), Institute of Contemporary Art Miami, Instituto Inhotim, MASP, Pinacoteca de São Paulo, MNBA, MAR e MARGS.
Participou de exposições como a Bienal das Amazônias (2024), 13ª Bienal do Mercosul (2023), Histórias Brasileiras (MASP, 2022) e realizou individuais no Museu de Arte do Rio, na Galeria Luisa Strina (SP) e na Galeria Francisco Fino (Lisboa). Fundadora da Rede NAMI, atua também no campo dos direitos humanos, tendo recebido reconhecimentos como Young Global Leader do Fórum Econômico Mundial e o DVF Awards.
Imagem: Panmela Castro no Ateliê de Gravura da Fundação Iberê, 2026. Foto © José Kalil