Cine Iberê

Exibição de filmes uma vez por semana no auditório da Fundação Iberê Camargo, em programação paralela aos projetos expositivos. Título raros, sem distribuição no circuito comercial, cinematografias regionais e temáticas são selecionadas a partir dos conteúdos abordados nas mostras de arte, com projeções seguidas de sessões comentadas por convidados variados, do cinema e de outras áreas.

18.nov-18.nov.18
16:00-19:00
Cine Iberê

Na sessão do Cine Iberê do dia 18 de novembro, às 16h, apresentamos uma obra-prima de Luis Buñuel, A Bela da Tarde (1h40min., 1967, França), vencedor do Leão de Ouro no Festival de Veneza (1967). Em A Bela da Tarde, a bela e jovem dona de casa Severine Serizy (Catherine Deneuve) não consegue conciliar suas fantasias masoquistas com a vida cotidiana ao lado do zeloso marido Pierre. Quando seu amigo Henri menciona um secreto bordel de classe alta, dirigido por Madame Anais, Severine decide visitá-lo e, eventualmente, passa a trabalhar lá durante o dia sob o nome de Bela da Tarde. Porém, quando um de seus clientes se torna possessivo, ela precisa tentar voltar à sua vida normal.

Assista o trailer:

Luis Buñuel (1900-1983) é considerado o principal expoente do Surrealismo no cinema. Na Universidade de Madri tornou-se amigo de Salvador Dalí e Federico García Lorca. Com Dalí, escreveu os filmes Um Cão Andaluz e A Idade do Ouro. Se marcado pelo surrealismo em seus primeiros trabalhos, ao longo de sua carreira Buñuel manteve diálogo com diferentes correntes artísticas, com filmes que debateram a religião, a moral humana e a burguesia. Além de A Bela da Tarde, realizou, entre outros filmes: Esse Obscuro Objeto do Desejo (1977), O Fantasma da Liberdade (1974), O Discreto Charme da Burguesia (1972), Tristana (1970), Simão do Deserto (1965), O Anjo Exterminador (1962), Viridiana (1961), Os Esquecidos (1950), A Idade do Ouro (1930) e Um Cão Andaluz (1929).

Luciano Mattuella é Psicanalista, Psicólogo (UFRGS), Especialista em Atendimento Clínico – Psicanálise (UFRGS), Mestre em Filosofia – Estética (PUCRS), Doutor em Filosofia – Estética e Psicanálise (PUCRS) com estágio doutoral na Université de Strasbourg (França). Membro da Associação Psicanalítica de Porto Alegre (APPOA) e do Laboratório de Pesquisa em Psicanálise, Arte e Política (LAPPAP). Pesquisador interessado pelo tema da construção da subjetividade na contemporaneidade.

A Bela da Tarde integra o programa de cinema paralelo às exposições Subversão da Forma e Iberê Camargo: formas em movimento, e tem curadoria de Marta Biavaschi.

Sessão única | entrada gratuita (por ordem de chegada)

Agradecimentos especiais: Luciano Mattuella e Edson Luiz André de Sousa
Distribuição: Zeta Filmes / Clássica

Classificação indicativa: 16 anos

11.nov-11.nov.18
16:00-18:00
Cine Iberê

A sessão do Cine Iberê do dia 11 de novembro, às 16h, apresenta uma obra-prima do cinema experimental. Primeiro filme de Jean Coctau, O Sangue de Um Poeta é uma viagem ao mundo interior de um poeta dividida em quatro sequências atemporais com linguagem de cinema mudo que dispensa o diálogo, contendo apenas algumas narrações do próprio autor. Cinema-poesia onde o poeta-realizador suspende o real e transgride a fronteira entre arte e realidade. Desenhos e estátuas ganham vida, um artista atravessa um espelho, hermafroditas se encontram no Hotel dos Loucos Dramáticos.

Na jornada de seu personagem principal, o artista interpretado por Enrique Rivero, Cocteau coloca em cena expressivas figuras da cena parisiense da época como a fotógrafa de moda Lee Miller e estrelas dos music-halls: o bailarino Féral Benga e a drag queen Barbette. A sessão será comenta pelo advogado e escritor Gustavo Melo Czekster.

Jean Cocteau (1889-1963) foi poeta, pintor, escultor, dramaturgo, cineasta e ator francês. Atuou na cena das vanguardas dos início do século XX, sendo considerado o primeiro artista multimídia mesmo quando ainda não havia esta expressão. Iniciou cedo na poesia, publicando seus primeiros poemas aos 16 anos. Publicou seu primeiro romance O Diabo no Corpo, aos 17 anos, e foi colaborador de Erik Satie, Stravisnki e Picasso, em textos para balés e cenários para peças de teatro. Escreveu roteiros para filmes de importantes realizadores como Marcel Carné e Robert Bresson. No cinema trabalhou também como ator e narrador. Entre seus filmes destacam-se, além de O Sangue de Um Poeta (1931), A Bela e a Fera (1946) e Orfeu (1950).

Gustavo Melo Czekster é formado em Direito pela PUCRS, mestre em Letras, Área da Literatura Comparada, pelo Instituto de Letras da UFRGS, e Doutorando em Escrita Criativa pela PUCRS. Participante de oficinas literárias, é autor dos livros O homem despedaçado (2011), Editora Dublinense, e Não há amanhã (2017), Editora Zouk.

O Sangue de Um Poeta integra o programa de cinema paralelo às exposições Subversão da Forma e Iberê Camargo: formas em movimento, e tem curadoria de Marta Biavaschi.

Sessão única | entrada gratuita (por ordem de chegada)

Agradecimento especial: Gustavo Melo Czeskster

Classificação indicativa: 14 anos

04.nov-04.nov.18
16:00-19:00
Cine Iberê

Stromboli (1h47, 1950, Itália) é uma das obras cinematográficas mais importantes do movimento Neorrealismo italiano, realizado por Roberto Rosselini e protagonizado por Ingrid Bergman. O filme concorreu ao Leão de Ouro no Festival de Veneza de 1950 e recebeu os prêmios de Melhor Atriz estrangeira, do Sindicato dos Jornalistas Críticos de Cinema (Itália) e de melhor atriz internacional do Prêmios Bambi (Alemanha), ambos para Ingrid Bergman.

A sessão que inicia às 16h do próximo dia 04 de novembro, exibirá uma cópia restaurada do filme e terá comentários do crítico de cinema Robledo Milani. Assista ao trailer do filme:

Sinopse: Ingrid Bergman é Karen, uma refugiada. Para conseguir permanecer na Itália, ela se casa com um marinheiro da ilha Stromboli, na Sicília. Pouco tempo depois, as diferentes mentalidades e o duro estilo de vida da ilha começam a prejudicar o casal. Odiada pelos moradores locais e praticamente indiferente ao marido, Karen foge e chega ao topo do vulcão, onde pede a Deus força para sobreviver.

Roberto Rossellini foi um dos realizadores fundadores do Neorrealismo italiano, considerado a era de ouro do cinema italiano no pós-guerra. A partir de Roma cidade aberta, em 1945, seu cinema expôs as condições morais e a dificuldade econômica na Itália após a Segunda Guerra Mundial. Faleceu em 1977. Além de Stromboli e Roma cidade aberta, realizou, entre outros filmes: Paisà (1946) Germania, Anno Zero (1948) Europa’ 51 (1952), Dov’è la libertà? (1954), Era notte a Roma (1960).

Robledo Milani é crítico de cinema, membro da ACCIRS – Associação de Críticos de Cinema do Rio Grande do Sul (presidente na gestão 2016-2018), e membro fundador da ABRACCINE – Associação Brasileira de Críticos de Cinema. Já atuou na televisão, jornal, rádio, revista e internet. Participou como autor dos livros Contos da Oficina 34 (2005) e 100 Melhores Filmes Brasileiros (2016). Criador e editor-chefe do portal Papo de Cinema.

Stromboli integra o programa de cinema paralelo às exposições Subversão da Forma e Iberê Camargo: formas em movimento, e tem curadoria de Marta Biavaschi.

Sessão única | entrada gratuita (por ordem de chegada)

Agradecimento especial: Robledo Milani
Distribuição: Zeta Filmes / Clássica

Classificação indicativa: 12 anos

21.out-21.out.18
16:00-17:30
Cine Iberê

Na sessão do Cine Iberê deste domingo, 21 de outubro, apresentaremos mais uma edição de cinema mudo com música ao vivo. O filme Tramas do entardecer (1943, 14min, EUA), de Maya Deren, será apresentado em duas sessões, às 16h e às 17h, com música composta e executada por Vagner Cunha.

Tramas do entardecer é um dos filmes experimentais mais importantes da cinematografia mundial. Através desta obra, Maya Deren tornou-se referência do cinema avant-garde dos anos 40-50 inspirando cineastas contemporâneos como David Lynch. Interpretado pela própria realizadora e pelo seu marido, o cineasta Hammid Hackenschmied, também co-realizador do filme.
Uma obra cinemática surrealista onde a câmera não é apenas um meio de registro e narrativa do mundo, é também uma lente pela qual se pode des-condicionar e transfigurar as representações cotidianas do mundo. Interpretado pela própria realizadora e pelo seu marido, o cineasta Hammid Hackenschmied, também co-realizador do filme.

Na trama do filme: uma mulher retorna para casa, dorme e vive situações que podem ser sonhos ou não. Ela explora suas próprias imagens internas – objetos comuns que potencializam um grande mistério.
Convite a uma experiência que não busca interpretação ou o significado, busca ideias e pensamentos através de imagens e jogos mentais. Conforme disse a realizadora, sua intenção era de expressar em filme o sentimento experimentado a partir de um incidente e não o registro preciso de um incidente.

Maya Deren (Ucrânia,1917- USA, 1961) nasceu em Kiev, Ucrânia. Em 1922, sua família migra para os Estados Unidos. Protagonista da vanguarda dos anos 40-50, é considerada a mãe do cinema underground norte-americano. Estudou jornalismo e literatura. Dedicou-se à poesia, dança, coreografia, fotografia e cinema. Também foi uma teórica de cinema. Seus filmes expressam sua prática literária, entre o surrealismo e documentário. Além de Tramas do entardecer (Meshes of the Afternoon, 1943), realizou outros curtas, entre eles: At Land (1944), A Study for Choreography for Camera (1945), Ritual in Transfigured Time (1945-46), Meditation on Violence (1947) e The Very Eye of Night (1958). Um projeto seu inacabado foi um filme com o artista Marcel Duchamp, intitulado Witches Cradle (1943).

Vagner Cunha é compositor, arranjador e multi-instrumentista, atua nos mais diversos estilos na cena musical contemporânea. Mestre e bacharel em música pela UFRGS. Várias orquestras e grupos de câmara brasileiros estrearam suas composições, entre elas destacam-se o Concerto Para Violino No 1, o Concerto para Piano e Orquestra Sinfônica, Ballet Mahavidyas – executado e gravado pela Orquestra de Câmara Teatro São Pedro e coreografado por Carlota Albuquerque, o Concerto para Viola e Orquestra – encomendado em 2012 pela OSESP e estreado no mesmo ano na Sala São Paulo, além de diversas composições orquestrais premiadas pela Bienal de Música do Rio de Janeiro como Aleph – estreada pela Orquestra Petrobras naquela cidade. Vagner também compôs trilhas musicais para dezenas de filmes e projetos audiovisuais, além de músicas orquestrais didáticas, dedicadas à formação de jovens instrumentistas. Sua obra autoral está em discos Mahavidyas (2008), Além (2012), Variações São Petersburgo (2016), Vagner Cunha convida Guinga (2017), Los Orientales (2017), Concerto para Violão de 7 cordas e orquestra com Yamandu Costa (2017), além de dois discos dedicados a poemas de Antonio Meneghetti, interpretados pela Camerata Ontoarte e Carla Maffioletti (2015 e 2017). Recebeu sete vezes o Prêmio Açorianos e, em 2011, o Prêmio FUNARTE de Composição. Atualmente é diretor musical da Camerata Ontorte Recanto Maestro – para a qual compõe regularmente em diversas formações camerísticas – e dedica-se às apresentações da Ópera O Quatrilho, composição de sua autoria, com libreto de José Clemente Pozenato.
Recentemente foi indicado ao Grammy Latino, a cerimônia de premiação será realizada em novembro.

Tramas do entardecer integra o programa Silêncio em Movimento – cinema mudo com música ao vivo, atividade cinematográfica paralela às exposições Subversão da Forma e Iberê Camargo: formas em movimento, e tem curadoria de Marta Biavaschi.

Entrada gratuita (por ordem de chegada)

Agradecimentos especiais: Vagner Cunha

Classificação indicativa: Livre

14.out-14.out.18
17:00-19:00
Cine Iberê

Sobre sete ondas verdes espumantes é um roadmovie poético construído através da vida e obra do escritor Caio Fernando Abreu.

Santiago, Amsterdã, Berlim, Colônia, Paris, Londres, Porto Alegre, São Paulo. As cidades que testemunharam a vida breve do poeta, dramaturgo e escritor Caio Fernando Abreu (1948-1996) são revisitadas e recobertas agora de fragmentos de suas obras e lembranças de seus amigos, como Maria Adelaide Amaral, Grace Gianoukas e Adriana Calcanhoto. A sessão será comentada com Cacá Nazario e Graça Medeiros

Caio Fernando Abreu integra a exposição Caixa Preta, com seus cadernos de astrologia e objetos holísticos.

Bruno Polidoro é Graduado em Realização Audiovisual e Mestre em Comunicação pela Unisinos, com dissertação intitulada Sobre a luz e as potencias do escuro na fotografia: imagens técnicas de alcova no cinema.
Diretor de fotografia dos longas Dromedário no Asfalto (2013), de Gilson Vargas, Filme sobre um Bom Fim (2014), de Boca Migotto, Nós duas descendo a escada (2015), de Fabiano de Souza, Bio (2017), de Carlos Gerbase e Glauco do Brasil (2017), de Zeca Brito. Premiado em festivais nacionais pela fotografia de alguns curtas como Casa Afogada (2013), de Gilson Vargas, Linda, uma história horrível (2013), de Bruno Gularte Barreto, Domingo de Marta (2014), de Gabriela Bervian e Horas (2016), de Boca Migotto. Para a televisão, fotografou diversas séries, entre elas O Ninho (2015), de Filipe Matzembacher e Marcio Reolon. Em videoarte, foi o fotógrafo de Dádiva – casaporarroz (2014), de Nuno Ramos, entre outros vídeos com e sobre artistas visuais. Dirigiu, com Cacá Nazario, o longa Sobre sete ondas verdes espumantes, sobre a obra de Caio Fernando Abreu. É sócio da produtora Besouro Filmes e professor do Curso de Realização Audiovisual da Unisinos e da Fluxo – Escola de Fotografia Expandida.

Cacá Nazário é diretor e produtor gaúcho. Começou sua carreira nos anos 90 e dirigiu alguns curtas e médias. Em 2002 ganhou o prêmio de melhor curta 16mm na Mostra Nacional do Festival de Gramado e melhor montagem no Festival de Brasília em 2003 com o curta Justiça Infinita. Em 2013 estreou no festival É Tudo Verdade seu primeiro longa-metragem Sobre Sete Ondas Verdes Espumantes, co-dirigido com Bruno Polidoro. Secundas seu último projeto ganhou o prêmio de melhor curta-metragem gaúcho no Festival de Cinema de Gramado em 2017 e foi selecionado a Mostra de Tiradentes, para o festival francês Cinélatino e para etapa Nacional da Mostra SESC de Cinema.
Atualmente desenvolve o projeto Chami, selecionado no PRODAV 05 – Desenvolvimento de Projetos.

Graça Medeiros é astróloga. Estudou filosofia e Comunicação na UFRGS, Astrologia com Emma Costet de Mascheville, em Porto Alegre, e com Charles Emerson e Diana Rosemberg, em Nova York. Atualmente, vive no Rio de Janeiro. Por sua militância política Graça foi perseguida pela ditadura militar no Brasil, razão pela qual exilou-se em Berlim no ano de 1969. Viveu intensamente a contracultura dos anos 60 e 70. Amiga do escritor Caio Fernando Abreu, em seu conto Garopaba Mon Amour, Caio refere-se à Graça quando estiveram juntos em um acampamento na Praia de Garopaba, em 1975, e onde foram detidos pela polícia – o regime ditatorial deflagrou uma dura campanha “contra os jovens de colar no pescoço e cabelos compridos”, em 1970.

Sobre sete ondas espumantes integra o programa de cinema paralelo às exposições Caixa Preta e Iberê Camargo: formas em movimento, e tem curadoria de Marta Biavaschi.

Sessão única | entrada gratuita (por ordem de chegada)

Agradecimentos especiais: Bruno Polidoro, Cacá Nazario, Graça Medeiros e Jéssica Luz
Apoio: Besouro Filmes
Classificação indicativa: Livre

14.out-14.out.18
15:00-16:30
Cine Iberê

Em homenagem ao dia das crianças, vamos promover uma série de atividades infantis no feriado, sábado e domingo a fim de comemorar junto aos pequenos e suas famílias a importância do brincar em coletivo. Integrada à Programação do Cine Iberê, no domingo será exibido o filme de animação de Michel Ocelot, no conto de fadas Contos da noite.

Filme de animação de Michel Ocelot, no conto de fadas Contos da noite, todas as noites, uma menina, um menino, e um velho técnico se reúnem em um pequeno cinema. Embora o lugar pareça abandonado, ele é cheio de magia. Os três amigos pesquisam, inventam, desenham e se vestem como diversos personagens, a cada noite, encenam uma história, uma fantasia. Há bruxas e fadas, reis poderosos, lobisomens, belas e cruéis mulheres, catedrais e cabanas de palha, cidades de ouro e florestas escuras. Eles se sentem vivendo uma noite mágica em que tudo é possível.

Michel Ocelot nasceu em 1943 na Côte d’Azur, França, mas passou a infância em Guiné, oeste da África. Considerado um mestre da animação, Ocelot elabora os roteiros de seus filmes a partir de referências estéticas e narrativas dos contos tradicionais de diversas culturas, buscando valorizar as diferenças étnicas, religiosas e culturais. Seus filmes trazem o universo de príncipes, princesas, fadas, feiticeiras e o famoso menino africano Kirikou. Formou-se em Artes na École régionale des Beaux-Arts, em Angers, na École Nationale Supérieure des Arts Décoratifs, em Paris, e no California Institute of the Arts, em Los Angeles, e iniciou-se na animação fazendo curtas-metragens e séries de TV. Mas foi o seu primeiro longa-metragem, Kirikou e a Feiticeira (1998) que o tornou conhecido do grande público. O filme conquistou diversos prêmios, entre os quais o Grand Prix em Annecy. Ocelot dirigiu também os longas: Príncipes e Princesas (2000), Kirikou e os Animais Selvagens (2005) e As Aventuras de Azur e Asmar (2006).
Por Contos da Noite, Michel Ocelot recebeu o Prêmio Henri-Langlois para filme de animação (2011).

Contos da noite integra as atividades do Programa Educativo e o programa de cinema paralelo às exposições Caixa Preta e Iberê Camargo: formas em movimento, e tem curadoria de Marta Biavaschi.

Sessão única | entrada gratuita (por ordem de chegada)

Distribuição: Zeta Filmes
Classificação indicativa: Livre