Performances

Artistas são chamados a explorar o cotidiano, as emoções e o indizível, articulando ideias e relações que estão além das dinâmicas de convivência socialmente construídas. O corpo e a arquitetura funcionam como agentes espaciais que se afetam mutuamente, desconstruindo noções de hierarquia e pontos de vista.

16.dez-16.dez.18
17:00-18:00
Performances

Como parte dos programas públicos da exposição Subversão da Forma, a artista Julha Franz apresenta a performance MUTAÇÃO, explorando o imaginário de um corpo transformado e deformado a partir das condições naturais e sociais ao qual é submetido.

Julha parte de uma narrativa ficcional encenando o nascimento de uma criatura modificada que, aos poucos, sai do seu casulo e começa a adaptar-se ao espaço – reconhecendo seu novo corpo.

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JULHA FRANZ
A partir da premissa da liberdade sexual e de gênero, Julha Franz tensiona limites através do próprio corpo. Seu trabalho busca criar novas formas de percepção do corpo e das identidades sociais impostas. Realizou residências artísticas nas cidades de Veneza, na Itália, no final de 2017, durante a Venice Internation Performance Art Week; em Buenos Aires, em 2015, no Club Cultural Matienzo, Residência Artística en Tecnologias Multimediales Interactivas para la Escena; e em 2014, também em Buenos Aires, na La Paternal Espacio Proyecto, que originou sua primeira exposição individual, chamada “MAL DEL OJO”. Participou de exposições coletivas, principalmente festivais de performance arte, como a VERBO – Galeria Vermelho, São Paulo, da qual participou em duas edições seguidas, em 2017 e 2018, respectivamente; e outras nas cidades de Santiago (CHI), Asunción (PAR), Rio de Janeiro (RJ), Uberlândia (MG), etc.

01.dez-02.dez.18
15:00-19:00
Performances

Composto pelos coreógrafos franceses Annie Vigier e Franck Apertet, o coletivo les gens d’Uterpan apresentará pela primeira vez no Brasil a performance Pièce en 7 morceaux, como parte dos programas da exposição Subversão da Forma, na Fundação Iberê Camargo.

O ponto de partida de Pièce en 7 morceaux é a célebre foto de Philippe Halsman (1951), mostrando Salvador Dalí rodeado por corpos que formam a imagem de um crânio. A performance parte dessas sete posições físicas, encenadas por um grupo de dançarinos que exploram os espaços expositivos que recebem a ação. O projeto já foi ativado anteriormente no Musée d’Art Moderne de la Ville de Paris (França, 2018); no MAXXI Museo nazionale delle arti del XXI secolo, Roma ( Itália, 2014); e no CAC Brétigny (França, 2009).

A performance ocorrerá nos dias 24 e 25 de novembro, e nos dias 1 e 2 de dezembro, sempre às 17h.

A performance é uma realização da Fundação Iberê Camargo em parceria com o Institut Français em Paris, Institut Français do Brasil, Consulado Geral da França em Sao Paulo, Aliança Francesa de Porto Alegre.

Annie Vigier e Franck Apertet, nascidos respectivamente em 1965 e 1966, trabalham em Paris desde 1994 sob o nome de les gens d’Uterpan. Os coreógrafos constroem um diálogo crítico entre contextos de performance, sistemas de espetáculos ao vivo, espaços e práticas artísticas. Intervindo em diferentes estruturas de exposição ou adaptando seu trabalho a elas, a dupla formula novas modalidades de aparições, produção e interpretação da dança. Sua interpretação da presença física questiona as posições ocupadas tanto pelo espectador (Parterre, 2009) como pelo coreógrafo (Caster, 2009) nesse processo. Além disso, iniciando colaborações entre trabalhadores de diferentes áreas da cultura, sua abordagem também integra as estruturas econômicas como um componente artístico do trabalho.

Aviso: algumas etapas dessa performance podem ofender a sensibilidade de um público jovem ou desinformado

24.nov-25.nov.18
15:00-19:00
Performances

Composto pelos coreógrafos franceses Annie Vigier e Franck Apertet, o coletivo les gens d’Uterpan apresentará pela primeira vez no Brasil a performance Pièce en 7 morceaux, como parte dos programas da exposição Subversão da Forma, na Fundação Iberê Camargo.

O ponto de partida de Pièce en 7 morceaux é a célebre foto de Philippe Halsman (1951), mostrando Salvador Dalí rodeado por corpos que formam a imagem de um crânio. A performance parte dessas sete posições físicas, encenadas por um grupo de dançarinos que exploram os espaços expositivos que recebem a ação. O projeto já foi ativado anteriormente no Musée d’Art Moderne de la Ville de Paris (França, 2018); no MAXXI Museo nazionale delle arti del XXI secolo, Roma ( Itália, 2014); e no CAC Brétigny (França, 2009).

A performance ocorrerá nos dias 24 e 25 de novembro, e nos dias 1 e 2 de dezembro, sempre às 17h.

A performance é uma realização da Fundação Iberê Camargo em parceria com o Institut Français em Paris, Institut Français do Brasil, Consulado Geral da França em Sao Paulo, Aliança Francesa de Porto Alegre.

Annie Vigier e Franck Apertet, nascidos respectivamente em 1965 e 1966, trabalham em Paris desde 1994 sob o nome de les gens d’Uterpan. Os coreógrafos constroem um diálogo crítico entre contextos de performance, sistemas de espetáculos ao vivo, espaços e práticas artísticas. Intervindo em diferentes estruturas de exposição ou adaptando seu trabalho a elas, a dupla formula novas modalidades de aparições, produção e interpretação da dança. Sua interpretação da presença física questiona as posições ocupadas tanto pelo espectador (Parterre, 2009) como pelo coreógrafo (Caster, 2009) nesse processo. Além disso, iniciando colaborações entre trabalhadores de diferentes áreas da cultura, sua abordagem também integra as estruturas econômicas como um componente artístico do trabalho.

Aviso: algumas etapas dessa performance podem ofender a sensibilidade de um público jovem ou desinformado

17.nov-25.nov.18
18:30-19:00
Performances

Como parte da programação em comemoração aos 10 anos de construção de seu edifício sede, a Fundação Iberê Camargo apresenta a mostra Zona de Crepúsculo, de Pablo Pijnappel. Quatro obras do artista e uma nova performance comissionada ocuparão a instituição, utilizando seus espaços menos regulares, dialogando com a premiada arquitetura do prédio de Álvaro Siza. De maneira quase que intervencionista, as obras tratarão o edifício como um centro de narrativas que usam seu principal traço arquitetônico, a rampa em espiral à la Guggenheim de Frank Lloyd Right, como uma alegoria visual do mecanismo da memória.

A mostra tem financiamento do Mondriaan Fund, fundo público que fomenta a produção e apresentação da arte e do patrimônio cultural da Holanda, localmente ou no exterior.

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Nos dias 17, 18, 24 e 25/11, sempre a partir das 18:30h, acontecem sessões da performance A Zona (The Zone).

Inscrições na recepção da Fundação Iberê Camargo a partir das 14h, por ordem de chegada. Limite de 5 participantes.

Nesta performance, os visitantes serão guiados por múltiplos espaços esquecidos do edifício e arredores da Fundação: servindo como condutor do público, um performer narrará um seleção de sonhos pessoais de Pablo Pijnappel, reunidos e anotados ao longo de anos. A caminhada apresenta-se como uma cartografia do subconsciente, o espaço mental onde o tempo não tem relógio, despertando a sensação irreal para o visitante de ser um sonho, mesclando sua consciência com o devaneio.

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PABLO PIJNAPPEL

Tendo a psicanálise e a literatura como pontos de partida habituais, as obras de Pablo Pijnappel são sem exceção meta-narrativas que combinam poeticamente identidades culturais, históricas e ancestrais, pelo prisma da memória. A linguagem sempre desempenha o papel principal, unindo os mecanismos mentais e o mundo, em instalações de vídeo, textos ou performances que estão na encruzilhada entre o cinema, a fotografia e os recessos de um romance.

Nascido em um subúrbio de Paris, Pijnappel cresceu no Rio de Janeiro e, mais tarde, estudou na Holanda. Agora vive e trabalha entre o Rio, Roterdã e Berlim. Já participou de inúmeras exposições coletivas e individuais em diversos espaços nas principais capitais da Europa e dos EUA, com destaque para o Centre Pompidou, Whitechapel Gallery, Konsthall Malmö, Artists Space, LACE, entre outros. Também fez parte da XXX Bienal de São Paulo.

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PROGRAMAÇÃO FUTURA

17 de novembro, sábado
– 14:00: Abertura de Fontenay-aux-Roses, no Átrio da Fundação Iberê Camargo

– 18:30: Performance A Zona (The Zone). Inscrições na recepção da Fundação, por ordem de chegada. Limite de 5 participantes.

Nesta performance, os visitantes serão guiados por múltiplos espaços esquecidos do edifício e arredores da Fundação: servindo como condutor do público, um performer narrará um seleção de sonhos pessoais de Pablo Pijnappel, reunidos e anotados ao longo de anos. A caminhada apresenta-se como uma cartografia do subconsciente, o espaço mental onde o tempo não tem relógio, despertando a sensação irreal para o visitante de ser um sonho, mesclando sua consciência com o devaneio.

Dia 18 de novembro, domingo, às 18:30
Performance A Zona (The Zone). Inscrições na recepção da Fundação, por ordem de chegada. Limite de 5 participantes.

Dia 24 de novembro, sábado, às 18:30
Performance A Zona (The Zone). Inscrições na recepção da Fundação, por ordem de chegada. Limite de 5 participantes.

Dia 25 de novembro, domingo, às 18:30
Performance A Zona (The Zone). Inscrições na recepção da Fundação, por ordem de chegada. Limite de 5 participantes.

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Programação Paralela no espaço Bronze (Duque de Caxias, 444)

14 de novembro, quarta-feira, às 19:30
2008 Foi Um Ano Ruim — Performance, 30 min, 2017

No formato de uma projeção de slides analógicos de meio-formato, acompanhadas por um comentário narrativo pelo artista, a ação é inspirada pelas novelas 1933 Was A Bad Year por John Fante e — principalmente —pela (autobiográfica) Satori in Paris por Jack Kerouac. Nesta, publicada alguns anos antes do autor norte-americano morrer de cirrose, Kerouac reconta uma viagem à França que fizera então recentemente, à procura de sua ascendência francesa. Entretanto, irritado com os parisienses hostis, termina por anteceder sua partida, após beber litros de cerveja e conhaque durante três dias, desistindo de seu objetivo ou pretexto inicial.

11.nov-25.nov.18
14:00-19:00
Performances

Como parte da programação em comemoração aos 10 anos de construção de seu edifício sede, a Fundação Iberê Camargo apresenta a mostra Zona de Crepúsculo, de Pablo Pijnappel. Quatro obras do artista e uma nova performance comissionada ocuparão a instituição, utilizando seus espaços menos regulares, dialogando com a premiada arquitetura do prédio de Álvaro Siza. De maneira quase que intervencionista, as obras tratarão o edifício como um centro de narrativas que usam seu principal traço arquitetônico, a rampa em espiral à la Guggenheim de Frank Lloyd Right, como uma alegoria visual do mecanismo da memória.

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10.nov-10.nov.18
16:00-18:00
Performances

No sábado 10 de novembro, às 16:00, acontece a sessão de filmes 16 mm Não Gosto de Ir ao Cinema, seguida de conversa com o artista Pablo Pijnappel. Confira a programação completa abaixo.

Rio (2005), 16 mm, 5 min
Ensaio em imagem-movimento que (re)imagina a Cidade Maravilhosa como um reduto de gringos aventureiros perdidos, uma espécie de porto de piratas contemporâneo; o filme forma um pano de fundo e um palco para possíveis narrativas transnacionais que tem como cerne a busca pela identidade. (mais…)